Decidi reformar o meu velhinho casco Bell e luvas Scott que já contavam com 8 anos de uso. Dada a elevada qualidade do equipamento da Specialized, as luvas BG Gel já estavam mais que decididas, mas ainda hesitei entre o casco Bell Sweep XC e o Propero da Specialized. A relação preço/qualidade deste último acabou por decidir a escolha.
As luvas são de facto muito boas, com as aplicações em gel nos sítios certos (a Body Geometry nunca falha) e o tecido macio, mais parecia que andava com umas almofadas entre as mãos e o guiador, mas sem perder a sensibilidade.
O capacete também é de louvar, devido ao seu baixo peso, conforto e generosas entradas de ar. A qualidade de materiais usados e pormenores também é notável. Talvez venha a ter problemas com o frio no inverno, mas não é nada que um lenço não resolva.
Desembolsei 117€ pelo conjunto, quantia um pouco elevada, mas se durar tanto como as minhas antigas peças, acaba por ser uma excelente compra.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
PortalegreBTT SPORTZONE 2008 - 3 Maio
Segundo ano consecutivo que participo nesta grandiosa prova e a admiração continua a ser grande, tanto por bons como maus motivos.
O dia começa sempre cedo devido à hora e meia de viagem que se tem pela frente até Portalegre. A chegada às 8:15 tornou-se algo problemática devido à falta de estacionamento e pipo partido da câmara de ar do Henrique. Ultrapassados os imprevistos, foi só comer a bela massinha com atum que levava e assim armazenar hidratos de carbono que iriam fazer falta mais para a frente.

A partida é sempre impressionante quando se tem 3000 ciclistas a participarem e como ficamos cá atrás foi só após 15 minutos da partida é que se começou a pedalar. É notável como se verifica tanta gente com problemas mecânicos e furos nos 12 kms iniciais de alcatrão.



A hora de ponta no começo da terra durou menos do que no ano passado, devido claro, a haver menos 2000 atletas. Passeios com esta quantidade de gente, ou se vai para a partida 2 horas antes ou sujeitamos-nos à confusão nos trilhos e paragens inesperadas dos que vão à nossa frente. Passada a meia hora de para-arranca foi rolar sempre com muito cuidado e atenção. Para além de muitos caminhos com pedras soltas e bastante pó, havia muita gente inexperiente o que dificultou as subidas. Acabei por nem desfrutar da paisagem, dado que o nível de concentração tinha de ser elevado.
Os postos de abastecimentos eram bons tendo em conta a situação e a sinalização também. Só passados 30kms é que começou haver algumas clareiras, em grande parte devido à subida de 5kms. Vi algumas quedas bastante feias e muita gente desidratada, o que dá a entender que muitos não têm ideia para aquilo que vão.
A chegada é sempre aquela festa, que muita música e actividades. A malta da Vertente, com as suas camisolas novas, chegou toda bem e animada e até houve um elemento do grupo que ganhou uma suspensão da Rock Shox no sorteio. Após o banho, foi a romaria ao tacho para a habitual sopa de peixe e esparguete com carne.
Acabo sempre o dia a pensar que não volto para o ano, mas até as inscrições de Janeiro falta sempre muito tempo.

O dia começa sempre cedo devido à hora e meia de viagem que se tem pela frente até Portalegre. A chegada às 8:15 tornou-se algo problemática devido à falta de estacionamento e pipo partido da câmara de ar do Henrique. Ultrapassados os imprevistos, foi só comer a bela massinha com atum que levava e assim armazenar hidratos de carbono que iriam fazer falta mais para a frente.
A partida é sempre impressionante quando se tem 3000 ciclistas a participarem e como ficamos cá atrás foi só após 15 minutos da partida é que se começou a pedalar. É notável como se verifica tanta gente com problemas mecânicos e furos nos 12 kms iniciais de alcatrão.
A hora de ponta no começo da terra durou menos do que no ano passado, devido claro, a haver menos 2000 atletas. Passeios com esta quantidade de gente, ou se vai para a partida 2 horas antes ou sujeitamos-nos à confusão nos trilhos e paragens inesperadas dos que vão à nossa frente. Passada a meia hora de para-arranca foi rolar sempre com muito cuidado e atenção. Para além de muitos caminhos com pedras soltas e bastante pó, havia muita gente inexperiente o que dificultou as subidas. Acabei por nem desfrutar da paisagem, dado que o nível de concentração tinha de ser elevado.
Os postos de abastecimentos eram bons tendo em conta a situação e a sinalização também. Só passados 30kms é que começou haver algumas clareiras, em grande parte devido à subida de 5kms. Vi algumas quedas bastante feias e muita gente desidratada, o que dá a entender que muitos não têm ideia para aquilo que vão.
A chegada é sempre aquela festa, que muita música e actividades. A malta da Vertente, com as suas camisolas novas, chegou toda bem e animada e até houve um elemento do grupo que ganhou uma suspensão da Rock Shox no sorteio. Após o banho, foi a romaria ao tacho para a habitual sopa de peixe e esparguete com carne.
Acabo sempre o dia a pensar que não volto para o ano, mas até as inscrições de Janeiro falta sempre muito tempo.

II Maratona Ribeiras da Estrela 2008 - 27 Abril
Após um intervalo de um mês devido a formações e afins, participei no excelente passeio organizado pelos competentes Pedais do Paúl.

Com um lindo dia de primavera, a roçar temperaturas de verão, a grelha de partida contava com à volta de 140 participantes. Também havia uma série de actividades para os acompanhantes: caminhada, concurso fotográfico e aeróbica.
O passeio estava muito bem organizado, com boa sinalização, postos de abastecimento e uma paisagem lindíssima tanto da serra como do vale. Ultrapassadas as subidas dos primeiros 12 kms, foi só rolar até à meta, aproveitando os singletracks, ribeiras e pontes que ia aparecendo.
Não deu para ficar para o tacho, mas para o ano é para repetir!



Com um lindo dia de primavera, a roçar temperaturas de verão, a grelha de partida contava com à volta de 140 participantes. Também havia uma série de actividades para os acompanhantes: caminhada, concurso fotográfico e aeróbica.
O passeio estava muito bem organizado, com boa sinalização, postos de abastecimento e uma paisagem lindíssima tanto da serra como do vale. Ultrapassadas as subidas dos primeiros 12 kms, foi só rolar até à meta, aproveitando os singletracks, ribeiras e pontes que ia aparecendo.
Não deu para ficar para o tacho, mas para o ano é para repetir!

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